Giveaway "Seven Nights In a Rogue's Bed" - Anna Campbell - Resultados

By : Vera Neves
Olá, boa tarde a todos!!

Já tenho os resultados para o nosso segundo giveaway com um livro estrangeiro disponibilizado pela própria autora, Anna Campbell,

Assim sendo, aqui fica os resultados:





Parabéns Ana.
O livro será enviado por mim ainda esta semana.

Como podem ver, desta vez tivemos mais participações, fico muito feliz por estarem a aderir aos giveaways aqui do blogue.

Espero que numa próxima oportunidade as participações sejam ainda em maior número.

Giveaway "Seven Nights In a Rogue's Bed" Anna Campbell - ENCERRADO

By : Vera Neves
O Sinfonia dos Livros em parceria com a autora Anna Campbell, tem o prazer de vos trazer a oportunidade de ganharem este livro delicioso (em inglês)!


Para se poderem habilitar a receber este livro só têm de fazer o seguinte:

1) Ser seguidor do blog Sinfonia dos Livros

2) Clicarem "Gosto" na página do Facebook do Sinfonia dos Livros e da autora Anna Campbell.

3) Partilharem o passatempo no vosso Facebook e/ou blog e deixar o link de partilha.

4) Preencher correctamente o Formulário abaixo.

5) O passatempo decorre a partir de hoje até às 23h59 (horas continentais) do dia 26 de Fevereiro de 2015.

6) O vencedor será sorteado aleatoriamente, através do random.org, de entre aqueles que cumprirem com o estipulado, sendo o anúncio feito na página do facebook do Sinfonia dos Livros, para o email do/a vencedor/a e também no blog.

7) Cada pessoa só pode concorrer em seu nome uma (1) vez.

8) Por motivos logísticos só serão aceites participações de residentes em Portugal e ilhas do Arquipélago dos Açores e da Madeira.

9) O Sinfonia dos Livros não se responsabiliza por extravios.

Opinião "Rendição" de Maya Banks

By : Vera Neves
Josslyn já viveu um grande amor. Partilhou com Carson uma paixão intensa e perfeita, algo que, sabe, dificilmente voltará a acontecer. A sua morte destroçou-a e fechou-a para o mundo. Três anos depois, Joss está cansada da solidão e decide procurar a única coisa que Carson nunca pôde proporcionar-lhe: uma experiência sensual de total submissão. Ao inscrever-se em The House, um clube exclusivo onde as pessoas se entregam às suas fantasias mais hedonistas, está longe de imaginar que dará de caras com Dash Corbin - o homem que a apoiou nos melhores e piores momentos, o grande amigo de Carson.
Há anos que Dash sofre em silêncio, atormentado pela atração que sente por Joss, mulher do seu melhor amigo. Por não querer trair a memória de Carson, Dash reprimiu sempre os seus sentimentos - até ao dia em que encontra Joss em The House, o clube de que é secretamente membro. Desvairado de ciúmes, Dash decide que, se Joss quer ser dominada, será ele a fazê-lo… e vai finalmente mostrar-lhe quem manda

*Pode Conter Spoilers*

Confesso que estava com grandes expectativas em relação a este livro, muito por causa da autora, internacionalmente conhecida pelo seu trabalho. A maioria das pessoas que ouvem falar em Maya Banks associa logo à série dos Highlanders. Eu ainda não li a série toda por isso não me posso manifestar em relação a isso. Falarei, isso sim, desta faceta da escrita de Maya. A parte mais "tabu", (se bem que hoje em dia não se fala em mais nada a não ser nisso), do sexo. 
Dominação e Submissão.
Como disse, já é tema recorrente nas leituras actuais e são muitos/as as autoras que tentam escrever sobre isto sem sucesso. Querem saber o que achei da versão de Maya Banks? Vou-vos já dizer.

Este é o primeiro livro da Trilogia "Surrender" (espero sinceramente que os que vêm a seguir sejam melhores)
A trilogia abre com Joss e Dash. Amigos de longa data, unidos pela mesma dor da perda. Ela perdeu o marido Carson, e ele perdeu o melhor amigo. Para tentar minimizar a dor, Dash coloca-se à disposição de Joss em tudo o que ela precisa e durante três longos anos de luto, ele é o pilar e o suporte dela. A questão é que para ele, não era nenhum sacrifício. Para além de ter prometido ao melhor amigo que cuidaria de Joss caso algum dia alguma coisa lhe acontecesse, Dash nutria fortes sentimentos por ela desde o dia em que Carson a havia apresentado como namorada.

Até aqui tudo bem. Dash é um homem viril, atraente e muito carinhoso (demais até). Um homem que muitas procuram e nunca encontram. 
Joss é uma mulher bonita, inteligente, mas sofre imenso por ter perdido o marido e, acima de tudo porque apesar de ter casado com Carson e tê-lo amado mais que tudo na vida, guarda em si um lado mais "imoral" e obscuro que nunca foi satisfeito pelo marido. 
Ela quer ser completamente submissa a um homem e, por ironia do destino, descobre que Dash é um Dominador por natureza. Como eu pensei na altura: "Que conveniente". E de facto, assim se veio a revelar. Ele era apaixonado por ela e ela nutria um enorme carinho por ele, embora nunca tivesse sequer desconfiado que ele tinha sentimentos mais fortes por ela. 
O que me fez alguma confusão foi a maneira fácil como eles os dois se adaptaram tão bem a "substituir" Carson, Tudo bem que ele tinha morrido e já não voltaria, mas seria de esperar que houvesse estranheza em tudo o que estava a acontecer. Ela, apesar de algumas dúvidas, aceitou demasiadamente depressa que Dash, o melhor amigo do seu marido, tinha sentimentos por ela desde que a conhecia e que o próprio marido tinha noção disso. Quão estranho é isso? 
Para além disso, ele não é, nem de longe nem de perto, o típico Dominador. Trata-a com demasiado cuidado, e à excepção de ter utilizado um plug e um chicote, não se comporta com a rudeza, com  a autoridade inerente a um dominador. Por amá-la tanto quase a coloca (coloca mesmo) num pedestal e, basicamente, apesar de ser ela a submissa, é ela que detém todo o poder sobre ele.
No entanto, não estou a dizer que não gostei. Gostei imenso de como todas as personagens estão interligadas e como se dão todos tão bem, como são todos como uma família. Também gostei de como Dash  é sempre tão sincero com tudo o que faz e com tudo o que diz e adoro como ele é romântico a ponto de estar sempre a dizer e a mostrar que ela agora é dele e de mais ninguém e que nunca a vai deixar fugir. 
Gosto imenso da escrita da Maya Banks. Ela, nas cenas de BDSM e mesmo nas cenas de sexo "normal" consegue não ser "badalhoca" e não tornar algo que muita gente gosta de fazer em algo porco e imoral. Duas pessoas que se amam têm algumas "tendências" no sexo. Que ma há nisso? A maneira como ela descreve as cenas "hot" dão-nos imagens muito reais e acima de tudo, não há nada que seja impossível de realizar. Nada de posições mirabolantes, nada de linguagem vulgar e ofensiva. Embora tenha achado que durante o acto haja sempre muita conversa. Quem consegue ser coerente numa altura daquelas!? 
Resumindo, acho que para abertura de uma trilogia, este livro apenas nos aguça o apetite para os próximos, até porque fiquei muito curiosa com o novo sócio de Dash, Jensen, e em como ele vai conseguir deitar abaixo as defesas de Kylie (irmã de Carson e cunhada de Joss).

Recomendo!!

Escangalhar a Cena 1x Por Semana #15 (by Vera)

By : Vera Neves
Leram bem ... Cinco meses depois do ultimo Escangalhar, aqui estou outra vez para re (re)começar com esta rubrica novamente!
Vamos lá ver se é desta que veio para ficar! 
(Vou dar o meu melhor, embora esteja algo enferrujada)

O tema desta semana de regresso do Escangalhar foi-me sugerido pela minha querida amiga (e mana de coração) Vera C. do blogue vizinho Crónicas de Uma Leitora. (Obrigada pela ideia). 
E de que trataremos afinal? Ora bem, não é um tema que sirva para brincar a torto e a direito, pois acho que é algo que, dentro do mundo literário faz imensa falta. Falo como mãe e como criança que já fui (e que ainda tenho em mim... Não, não estou grávida).

Assim, o tema desta semana é: 

Falta de Divulgação de Livros Infantis

Mas porque raio é que hoje em dia só se publicam livros eróticos/porno, de auto-ajuda (ainda que estes sejam compreensíveis dada a condição actual dos estados de espírito do pessoal), de culinária (que é para fazer par com os anteriores referidos) e de esquemas corruptos na economia portuguesa e europeia?

Onde estão os livros infantis que fazem ou poderiam fazer as delícias dos nossos meninos e meninas? Como é que esperam cativar os mais pequenos a ler se a única coisa que sai para o mercado é única e exclusivamente direccionado aos adultos?

Acho muito mal. Das duas uma: 

1) Ou ando muito por fora do mundo literário e não tenho acesso a novidades de livros infantis de qualidade (o que não acho que seja o caso);

2) Ou então NÃO EXISTE, de facto, qualquer divulgação de livros para os mais pequenos, tirando na quadra de Natal, que aí isso não falta. Nessa quadra chega-se a extremos de publicidade de livros infantis, brinquedos, etc etc até à exaustão! Porque não pegar nessa divulgação excessiva da quadra Natalícia e prolongá-la durante o ano?! É só no Natal que as nossas crianças devem ler?

Nos blogues literários que costumo seguir, descobrir por acaso ou que me recomendam, a percentagem dos que dedicam uma publicação por semana a lançamentos e novidades para os mais pequeninos é quase nenhuma, ou até mesmo nula! Como vamos saber que existem mesmo livros de qualidade que podemos adquirir para os nossos filhos, sobrinhos, afilhados, etc? 
Não sabemos, ou então caímos no erro de comprar qualquer um livro cheio de brilhantes e sem nenhum conteúdo, que vemos na secção de livros de uma cadeia de hipermercados, sem sequer termos ouvido falar neles. E depois o que acontece quando os oferecemos às nossas crianças?
(Depois digam que eu não avisei)

Está na hora de divulgarmos mais e melhores livros infantis. 
Nem tudo deve andar em torno de um gajo que gosta de dar porrada na "namorada" (mas sobre isso eu não me manifesto... por enquanto). 

Colegas blogueiros (é assim que se diz?) apostem mais nas publicações para os mais pequeninos pois eles são o futuro.

Editoras, por favor, publiquem mais livros para os nossos miúdos! Afastem-nos o mais que puderem da internet, dos computadores, dos telemóveis, das "Casas dos Segredos" de agora e do futuro! Ajudem-nos a incentivar os pequeninos a gostarem de ler, porque é de pequenino que se torce o pepino!
Este apelo serve também para mim que não sou melhor do que ninguém! Fica a promessa de que publicarei e divulgarei o mais que puder livros direccionados às nossas crianças.

Tenho saudades de livros da Anita, dos Smurfs, da Heidi e do Marco, do Tintim, das Princesas e de Dragões. Onde estão eles? 
   

Já para não falar nas colecções Infanto/Juvenis como "Os Cinco", "Uma Aventura" para quem gosta de aventuras, "Arrepios" para quem é mais corajoso e gosta de um pouco de terror. Onde param os Clássicos Contos de Natal que qualquer criança pode ler? Onde param as histórias de encantar para as meninas? Onde estão os livros dedicados também aos meninos? É uma pena estarmos a perder uma parte importante do mundo literário por falta de divulgação, por distracção ou por puro descaso.

Tenho pena de não ter conseguido concluir a minha colecção dos livros da Anita e poder passá-la agora à minha filha, mas ainda não desisti!!

Vamos dedicar mais à Literatura Infantil, porque os nossos meninos merecem!

E vocês, leitores? O que acham?

Opinião "Desejo Subtil" de Lisa Kleypas

By : Vera Neves
Quatro jovens da sociedade elegante de Londres partilham um objectivo comum: usar os seus encantos femininos para arranjarem marido. E assim nasce um ousado esquema de sedução e conquista. A delicada aristocrata Annabelle Peyton, determinada a salvar a família da desgraça, decide usar a sua beleza e inteligência para seduzir um nobre endinheirado. Mas o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle – o plebeu arrogante e ambicioso Simon Hunt – deixa bem claro que tenciona arruinar-lhe os planos, iniciando-a nos mais escandalosos prazeres da carne. 
Annabelle está decidida a resistir, mas a tarefa parece impossível perante uma sedução tão implacável… e o desejo descontrolado que desde logo a incendeia.
Por fim, numa noite escaldante de verão, Annabelle sucumbe aos beijos tentadores de Simon, descobrindo que, afinal, o amor é o jogo mais perigoso de todos.

*Pode Conter Spoilers*
Já tinha ouvido falar tanto em Lisa Kleypas e na sua série "À Flor da Pele" (Wallflowers), que as minhas expectativas estavam lá nos píncaros. A queda foi muito grande? Não, nem por isso, mas também não posso dizer que tenha ficado maravilhada. Já ouvi dizer que os seguintes livros da série são melhores, mas que estava à espera de ter ficado mais impressionada com o primeiro, tenho de admitir que estava.
Este primeiro volume, como muitas/os de vocês já devem saber, foca-se na apresentação das quatro encalhadas Annabelle, Lilian, Daisy e Eveline. Todas elas jovens, bonitas, inteligentes, mas.... ninguém as quer por algum motivo. Não são propriamente "material casadoiro". Como Annabelle é a mais velha e está já na sua última temporada para arranjar casamento, é nela que se foca este primeiro "capítulo" das aventuras e desventuras destas quatro jovens.
Porque razão não fiquei maravilhada com este livro? Apenas por uma razão que já vos digo, e espero não estar a "ofender" ninguém com o que vou dizer a seguir. 
Annabelle. Não gostei dela. Nem no principio, nem no fim e muito menos no meio. É uma jovem arrogante, snob e pretensiosa.Pode ser a mais bonita das mulheres, mas nem sempre o pacote encerra o melhor conteúdo. Pobre Simon que teve o mau gosto de se apaixonar por ela. Para além de ser pobre e a mãe ter de fazer "sacrifícios" para pagar as contas, tem sempre a ideia fixa de que tem de se casar com um nobre porque os restantes humanos que não são parte integrante da nobreza não são sequer uma hipótese para ela. É muito fina, a miúda. E mimada. Não gostei dela e durante alguns dias guardei-lhe algum rancor pela maneira fria e rude com que ela tratava Simon. Pensei que seria uma birra minha não gostar dela, principalmente pela maneira cordial com que ela tratava as outras "encalhadas". De uma maneira doce e educada. Já com o Simon ela era cruel e achava-se superior a ele por ser uma nobre (ainda que falida) e ele não, apesar de ele ser podre de rico e extremamente atraente. Até pensei que ela mudaria quando aceitou o pedido de Simon, e que o amor conseguiria arrancar-lhe da cabeça aquela mania da superioridade. No entanto, enganei-me e desiludi-me imenso, porque depois de casada ela passou de snob e arrogante, a miúda mimada que nasceu com o rabo virado para a Lua por ter conseguido fisgar um naco como Simon Hunt. Começou logo com exigências de "Nova Rica" que pode, quer e manda. (Grrrrrrrrrr.... que grande "pó")... acho que nunca fui tão adversa a uma personagem principal como a ela. Pelo menos no final conseguiu convencer-me de que estava mesmo apaixonada por Simon e não pelas suas contas bancárias. Menos mal.
De resto, achei a história maravilhosa e a maneira como Lisa Kleypas escreve cativou-me imenso. A maneira como ela descreve os sentimentos das personagens, principalmente de Simon, encheu-me o coração de um calorzinho bom. Além de que ela criou a personagem que mais gostei no livro: Simon Hunt. Tudo bem que ele era demasiadamente "calculista", mas para se ter tornado no homem que se tornou, ele teve de aprender a ser assim. Implacável, determinado e acima de tudo, honesto c'mo raio! Se honestidade matasse, ele já teria sido preso umas quantas vezes! Adorei-o. Sobretudo à maneira sincera e doce com que ele tratava a Miss Peyton, que tantas vezes o recusou e humilhou. Nesse ponto, achei que ele foi demasiado condescendente e permissivo. Deveria ter sido mais "duro" com ela e fazê-la ver que se ele precisava dela, ela também precisava dele.
Em suma: Não fosse pela pessoa detestável e arrogante que Annabelle se mostrou ser, provavelmente eu teria dado as cinco estrelinhas. Acho que para uma história merecer as cinco estrelas, todas as personagens têm de ser cativantes, quanto mais não seja por serem o foco da história. Acho que a autora foi muito bondosa para Annabelle. Devia tê-la feito sofrer mais um pouco!

Vamos ver o que o segundo nos reserva.


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